Libera Nº 03

A HUMANIDADE TERMINA, ONDE COMEÇA O MILITARISMO

O que é mais importante ? Um fuzil AR-15 com mira telescópica ou uma colheitadeira ? Um fuzil israelense Galil com cortador de arame farpado ou oás-mecânicas que auxiliam nas construções ? Quanto vale a cida de um menino de 18 anos, que mau se preparou para o amor quanto mais para a guerra ?

Recentemente a grande imprensa noticiou a insatisfação das Forças Armadas Brasileiras quanto a obsolência dos seus equipamentos militares. Dizia que o Brasil não suportaria 1 dia de guerra contra a Argentina (até parece que nosso visinho tem condições de nos atacar).

Depois da Guerra do Golfo, quando as forças aliadas esmagaram como uma barata, um dos maiores exércitos e mais bem armados do mundo, o iraqueano, os militares do 3º mundo perderam completamente o sentido de existir.

Basta se observar e comparar o quanto se gasta, atualmente, na melhoria da tecnologia militar. Mata-se a maiores e mais seguras distâncias sem se observar "o branco dos olhos do inimigo". As guerras se tornaram assépticas e sem culpas, pois as infantarias apenas ocupam os locais já devastados e "amanciados" pela artilharia e força aérea.

Quanto às populações civis, ora "não se faz omelete sem quebrar os ovos " (300.000 mortos civis no Iraque, pelos bombardeiros "cirúrgicos").

Eis a essência do militarismo: a violência e a repressão interna dos países sub-desenvolvidos, em nome da segurança nacional; a violencia inodor, inodora e incolor das tecnologias modernas do 1º Mundo, que auxilia o desenvolvimento das indústrias bélicas e seus respectivos governos nas pautas de exportações.

Perecba: milhares de homens e mulheres jovens são forçados pelos seus governos a se degladiarem, por motivos torpes e incomfessados e somente alguns "honestos cidadãos" lucram para o bem de seus países, através da morte legalizada.

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